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Ânimos exaltam-se em primeira mesa

Por Ricardo Lucas em 14.06.2007 : : 11h24

070614_seminario2.jpgA solenidade de abertura das discussões na Unb teve como primeira mesa o seminário – Passos que mudam a história – que tem como foco debater as conquistas e desafios na construção dos direitos de LGBT. O evento aconteceu na quarta-feira (13) no auditório Joaquim Nabuco da universidade. A solenidade foi aberta pelo reitor Timothy Mulholland. “Na UnB os direitos humanos tem que ter um espaço para ser discutido”, enfatizou o Reitor.

A primeira noite do seminário foi marcada pelo clima de desentendimento entre alguns palestrantes, mas acima disso foi passado para o público todos os passos percorridos nesses dez anos da parada gay de Brasília.

O debate foi mediado pela professora e organizadora do evento, Alejandra Pascual, e contou com a participação de Cida Diogo, deputada federal (PT/RJ) e coordenadora da Frente Parlamentar pela Livre Expressão Sexual; Melissa Navarro, integrante da Associação Lésbica Feminista de Brasília Coturno de Vênus; Welton Trindade, presidente do Grupo Homossexual de Brasília Estruturação e Caio Varela, organizador das primeiras paradas GLBT de Brasília. Marcus Vinícius também organizador das primeiras paradas não compareceu.

A discussão foi aberta pela deputada Cida Diogo que relembrou o início da parada gay no Brasil, ocorrida no Rio de Janeiro em 1995, onde três mil pessoas caminharam pela Avenida Atlântica em Copacabana em forma de protesto. A deputada falou do andamento do projeto que visa tornar crime a homofobia. “A discussão na casa ainda enfrenta resistência, mas existe um grupo que busca garantir os direitos da comunidade LGBT”, relatou. Cida Diogo falou também da grandiosidade dos eventos LGBT realizados no Brasil. “O maior movimento de massa que existe no País é uma parada gay, é uma festa da cidadania onde todos estão reunidos buscando um só objetivo”, finalizou a deputada sobre a Parada Gay de São Paulo.

Caio Varela deu continuidade ao debate fazendo um retrospecto da trajetória da Parada Gay em Brasília. “A primeira parada que foi organizada pelo grupo Pela Vida, contou com a participação de aproximadamente 300 pessoas e pode ser considerada um divisor de águas para a militância do DF. No ano seguinte, sem o apoio do governo, a parada foi financiada por seus organizadores e pelo dinheiro arrecadado em uma festa feita na extinta boate Garagem”, relatou Caio.

No quinto ano, o grupo Atitude, na época organizador da parada, convidou o grupo Estruturação para auxiliar na organização do evento, sendo criada a Associação da Organização da Parada do Orgulho LGBT de Brasília. A partir do sexto ano, a organização ficou por conta do grupo Estruturação, que permanece nesta atividade até hoje. Outros grupos presentes reclamaram a centralização atual da parada nas mãos do Estruturação e contestaram o nome ‘Associação’ uma vez que, segundo os militantes, “outros grupos são excluídos” e não há uma discussão democrática.

Melissa Navarro discursou sobre a participação das lésbicas nas paradas, enfatizando um preconceito existente dentro do próprio meio homossexual. “Só tivemos a oportunidade de participar da Parada Gay apenas de uns anos para cá. A dificuldade no repasse da verba se devia ao mito de que o dinheiro não seria usado para seu devido fim”, conta Melissa. A integrante do grupo Coturno de Vênus falou ainda sobre os próximos eventos voltados para a comunidade lésbica brasiliense como o mês da visibilidade lésbica em agosto, a terceira Parada Lésbica de Brasília e a primeira Parada Lésbica de Taguatinga.

Antes de a discussão ser aberta para a platéia, Welton Trindade falou sobre a importância da parada para os próprios homossexuais, que enxergam no evento uma oportunidade para eles se assumirem tanto para a sociedade, como para eles mesmos. “O verdadeiro objetivo desta parada é fazer com que os homossexuais tornem-se visíveis, e não tenham vergonha de assumir a sua condição”, finalizou Welton.

Perguntados sobre o porquê do número de participantes da parada de Brasília ser tão pequeno se comparado com de outras cidades, as opiniões se divergem e os ânimos se exaltam entre os integrantes da mesa. “Ano passado, por exemplo, não houve divulgação nos bares GLS de Taguatinga, por causa de uma discriminação de classes dentro do universo GLBT”, afirmou Caio Varela que apontou esse fato como um dos motivos para o baixo número de militantes. “Para mim a parada não é número. O que vale é a participação efetiva de cada um”, rebate Welton Trindade.

070614_seminario.jpg
Militante Caio Varela e Welton Trindade do Estruturação discordam várias vezes 

Com o encerramento dos debates, houve o lançamento da publicação Legislação e Jurisprudência LGBTTT e logo após foi servido um coquetel.

Matéria e fotos: Pedro Muniz

 

57 Comentários:

  1. Por Nervosa:

    Resultado…chegamos a conclusão do obvio… a parada glbttsmhoencdhasolfrgfmzz de brasília até hoje não trouxe nenhum resultado prático para o dia a dia das bills de brasília! So mesmo para o bolso do “organizador!


  2. Por B.:

    Acho que não podemos esquecer a importância na questão da visibilidade que a parada tem. Mas o que eu quero ver é quantos políticos vão ter esse ano já que num é ano de eleição!
    Acho que será um bom ano a ida para o eixão. Acho que podemos pegar mais os olhares curiosos e a presença de simpatizantes e ver se conseguimos aumentar essa vergonha de número que é nossa parada. Pq ao contrário do que o welton disso é importante número sim. Vida são paulo em que as manchetes priorizavam os 3,5 milhões ou os 136 milhoões de reais movimentados.
    Mas estou extramente preocupada em relação a essa divulgação por parte dos organzadores o primeiro cartaz que vi foi ontem na faculdade. As pessoas em geral não estão sabendo. Espero que os organizadores estejam fazendo lobby nos grandes jornais e tv e que estejam em cada buraco que as bill estejam até sábado pra divulgar isso.


  3. Por Marcio Muniz:

    Sempre é nítida a posição confortável de quem soh fala (e muito pouco faz) e que realmente trabalha. Sobre divulgação em Taguatinga não entendi. Eu moro em Taguá e sempre recebi material de divulgação. enfim, criticar e inventar é facim, facim


  4. Por Aline Ávila:

    kakakaka
    E a parada das lésbicas está nas mãos do Cortuno! Tem gente q naum olha o espelho.


  5. Por Paula:

    Bem Marcio Muniz, moro de fato em taguatinga e não vi divulgação nenhuma viu.
    Com certeza como você mesmo diz é facim facim falar correto e sinceramente nem falar eu vejo o ”organizador” fazer ele como jornalista e funcionário do jornal de brasília poderia se dar ao minimo de debater mais o assunto mais nem isso o Welton é capaz.
    Sinceramente a parada de brasília virou palco para o Welton dá CLOSE!!!

    Fique aqui minha indignação por essa farsa que o welton montou intitulada parada de brasília, porque de parada LGBT não tem nada.


  6. Por Paula:

    Para poder falar do Caio a pessoa tem que ter no mínimo caracter, todas essas afirmações do senhor Jose Campos são caluniosas e infundadas.
    O ATITUDE não teve nada de falido uma ONG não é uma empresa meu caro, é uma organização da sociedade civel portanto cuidado ao se referir dessa forma desrespeitosa por que o ATITUDE foi formado por diversas pessoas e você ofende todos com essas declarações absurdas.

    CAIO VARELA é um ícone para a comunidade LGBT e o seu trabalho e luta para a causa é fato e não CLOSE.


  7. Por babi:

    Interessante essa discussão toda. Sou apenas simpatizante que participa da forma como pode, enxerga tudo de longe e não tem interesse em se meter no olho do furacão. No entanto, percebo que o jogo de vaidades tem tomado conta de tanta gente, que ninguém percebe os avanços que cada lado (que prefere acusar um ao outro)já fez. Acredito que, só pelo fato de ter divulgação forte em meio aos simpatizantes, afinal, recebi os panfletos em local normalmente não identificado por ser local gay, já significa uma grande abertura para a participação efetiva de todos.Não posso julgar grupos antes do Estruturação, mas não tenho visto essa bagunça toda na organização que voces dizem aí. Coisa mal feita a gente enxerga de longe. Apesar de não ser talvez, 100%, posso dizer, do que vi, que chegou pelos a 90% de trabalho bem feito e bem organizado. Consolidação do trabalho não se consegue em menos de cinco anos. Mesmo assim, essa organização do estruturação está dando conta do recado muito mais no últimos tres anos do que se teve em organização e visibilidade nos anos anteriores. O trabalho de base foi feito, mas o de consolidação está sendo levado pelo Estruturação. Melhor deixar o tempo passar para ver no que dá. Ou, pelo menos, ajudar no trabalho pra poder falar com conhecimento de causa em vez de julgar sem mexer os braços.


  8. Por Marcio Claesen:

    Acho que vocês brasilienses deveriam agradecer por ter alguém tão dedicado e engajado numa luta tão difícil. Falar é fácil. Quero ver é botar a mão na massa como o Welton bota.
    Ele transpira ativismo. Acusá-lo dessa forma é leviano, no mínimo. Tomem atitude e vão pras ruas do lado dele!


  9. Por JOAQUIM EMANUEL:

    Marcio Claesen, vc foi o melhor de hoje!


  10. Por Joaquim Emanuel:

    Gostaria de informar que meu nome foi usado indevidamente, sem minha autorização e conhecimento.
    Essa resposta não é minha. E não desejo me pronunciar acerca do assunto.
    Embora eu seja simpatizante, disputa, rivalidade e vaidade não me atraem.


  11. Por Julio Lopes:

    Nossa, como deve doer ter inveja assim do Welton Trindade e do sucesso do Estruturação. Coitados!
    No mais, o que esse povo todo que é bom de grito faz por nós? Alguém por acaso sabe? akakakaka Vão trabalhar e descansem a língua!


  12. Por Lavinia:

    Já q as meninas do Coturno são boas de crítica quero ver se elas vaõ organizar a parada de lésbicas com a LBL-DF. Duvi-d-o-do! Isso mostra que a crítica à associação da parada é puro oposicionismo e inveja já q elas não fazem o que tanto berram.


  13. Por Carlos Longo:

    Caio Varela ícone?!?!?!!? Tah, essa foi a piada de hoje. Qual a de amanhã? akkaakak Esse cara é teatro puro!


  14. Por Félix:

    Bom, eu não vou tomar partido de ninguém, esta será a 1ª Vez que eu vou a parada e acredito que ela só não é maior por medo do próprio público e falta de criatividade e divulgação das pessoas que organizam o evento. A Divulgação não só para o público Gls, mas também para o público em geral… porque não divulgar no Jornal ou DFTV(ou etc)…

    Abraço e to lá na parada…


  15. Por Tô passado com vocês:

    Gente depois de tudo que li a respeito do seminário e de tudo que foi dito, pq só as inumeras mentiras do Caio varela a respeito da associação da Parada são vistas??
    o público hoje em dia só quer saber da ruina dos outros e como sei que o próprio Caio não pode arcar com suas obrigações que se deu até o fim do serviço telefônico no qual ele era o responsável e deixou ferrar o grupo dele, assim tmbm como foi a pior parada de Brasília que ele fez que nem um trio ele conseguiu…

    Ai Ai Caio vc sim tem méritos para ser um Ativista, mas não pode tentar subir nas costas de ninguém pra se promover!!!

    Viva A Associação da Parada.
    Viva os verdadeiros Ativistas.
    Parabéns pelo seu trabalho Welton!!!


  16. Por Wilson Dantas:

    Gente, eh aquela história ninguem nem nenhuma instituiçaõ é perfeita. portanto eh isso: não critique pq dificilmente vc tem peito suficiente para fazer perfeito. Todo mundo erra, mas nem todo mundo precisa se achar dono da verdade também. Se manca, Caio Varela.


  17. Por Tô passado com vocês:

    Se manca Caio é Ótimo!!!!!!


  18. Por uia soh:

    Porque o Caio não se dispõe a ajudar ao contrário de tentar jogar areia nos olhos do Welton???


  19. Por Nervosa:

    Novamente, queria saber qual o resultado efetivo para a vida dos gays que a parada de bsb ja trouxe! O que vi aqui foi uma militância se queimando na fogueira das vaidades. Os cofres públicos patrociniam uma vitrine para alguns militantes se exporem e algumas bills festeiras cairem no carnaval. A militância em brasília é medíocre que pouco ou nada faz pela comunidade, não é atoa que ainda temos estabelecimentos comerciais expulsando casais gays, policiais agredindo travestis no SCS e as poc’s do barulho… enfim, o carnaval da parada glbttshjbtwoidd passa e o mundo continua o mesmo.

    Uma pergunta, no que as lesbicas diferenciam tanto assim dos gays para criarem uma parada separada? Elas reclamam por um reconhecimento diferente que os gays? ahhhh fico nervosa!


  20. Por Fabíola Rocha:

    Quem quer faz, quem não quer arranja desculpa e só fica criticando.


  21. Por Lucas Oliveira:

    REalmente, parada lésbica é o fim. Em vez de nos unirmos elas, como sempre aliás, soh querem fazer clube da luluzinha. Elas confundem ativismo com grupinho de amigas para conversar em bar! E ainda proclamam ódio aos homens! bando de gente vazia!


  22. Por Paula:

    Galera por favor acorda né, a parada lésbica é legítima e o trabalho da coturno é real…

    Aff ficar nesse discurso de clube da luluzinha não dá realmente. Caro lucas entenda primeiro o que significa direitos humanos pra depois ter uma opnião, por que esse seu preconceito chama-se lesbofobia.


  23. Por Nervosa:

    Legitima?! em função de que?


  24. Por Verdade:

    Coturno = Trabalho Sério, Competência, Transparência e Seriedade.

    Caio = Guerreiro, Verdadeiro, Comprometido com a causa, Honesto e Digno.

    Falem o que quiserem a verdade prevalece sempre!!!


  25. Por Lucas Oliveira:

    Eh, Paula, realmente, o coturno eh quem entende de direitos humanos. a faixa no trio da parada lésbica dizendo “mulher precisa tanto de homem quanto um peixe precisa de uma bicicleta” como vi em fotos do evento realmente é o suprasumo da consciência política. Nossa, estou tocado! A maiora das lésbicas feministas odeiam os homens. Praticam o ódio mesmo!


  26. Por NY Bitch:

    Gente, para quem não conhece essas ONG e tal, esta discussão está uma piada. É uma bicha querendo aparecer mais que a outra. Ridículo. Aposto que daqui a pouco - se já não teve - tem um ou outro querendo sair como deputado distrital ou coisa do gênero. Palhaçada. É triste ver gente querendo se dar bem em cima de movimentos sociais.
    Estou há pouco tempo em Brasília, e do pouco que vi gostei muito do trabalho do Estruturação. Ponto. Não me interessa o histórico de briga desse povo ai, eu só avalio resultados. E o estruturação tá ótimo.
    Agora, quanto a a parada de Brasília ser pífia, acho que primeiro deveria ser fazer uma campanha para conscientizar os gays de que a ABIN não está de araponga tirando fota. É impressionante como eu ouço as pessoas falarem que não vão a parada por causa disso. E segundo é ter em mente de que a cidade não tem vocação para parada. Não é turistica e fica longe de tudo que é bom nesse país. Díficil vir de fora para prestígiar. Mas, bola pra frente e com criatividade se inventa outra forma de se ter visibilidade. Só não pode ser essa cafonalha que está se vendo nesse tópico.
    Kisses.


  27. Por fabricio:

    Pessoas,

    confesso a vcs que até hoje não vi nenhuma efetividade nessas paradas, para mim é mais uma festinha com o nome diferente, as bill, ou vão para fazer pegação ou vão para se drogarem, como foi na parada de sampa. Luta por direitos! acredito que meia dúzia de pessoas, o restante estão ali para curtir uma balada ou uma “bala” diferente. O dia em que formos para as ruas, com consciência do que é lutar por direitos, talvez consigamos leis ao nosso favor.
    Por Favor! reflitam o que lutar por direitos. Será que os gays querem isso? Ou será que uma balada é mais interessante?
    abraço a todos


  28. Por Ricardo Lucas:

    Atenção, leitores!
    O espaço de comentários é para que possamos promover uma discussão rica e democrática.
    Não serão admitidos palavras de baixão escalão ou declarações que constituam crime na legisliação vigente como calúnia ou difamação.


  29. Por Caio Varela:

    Só para esclarecer:
    1º - Não sou ícone e nem pretendo ser. Hoje sou um defensor de direitos humanos, que acredita na pluralidade e divergência de pensamentos.
    2º - Respeito as diferenças, desde que as mesmas não atingam minha integridade física e moral.
    3º - Fui convidado para participar de tal mesa, exatamente pelo meu histórico de militância. E como tal, estive presente e coloquei minha avaliação política a respeito do evento.
    4º- Há cinco anos não participo da organização da parada, mas continuei ativamente na militância do movimento. Nos últimos 4 anos tive o orgulho de trabalhar no Instituto de Estudos Socioeconômicos, onde construí juntamente com a ABGLT - Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais, o que chamamos de políticas públicas GLBT em âmbito nacional. Este trabalho gerou mais de 12 milhões de reais anuais para políticas federais voltadas exclusivamente ao combate à homofobia e a promoção cidadania da população GLBT. Parte desses recursos inclusive foi utilizado pelo Estruração em projetos.
    5º - Participei em 2005, da Assembléia das Nações Unidas, em Genebra, na tentativa de aprovação de resolução que pretende garantir a livre orientação sexual com direito humano.
    6º - Participei da elaboração do primeiro programa sul-americano de combate à homofobia - o nosso “Brasil Sem Homofobia”.
    7º - Tenho em meu curriculum mais de 100 intervenções como palestrante em , mesas redondas, conferências, fóruns, seminários, palestras e aulas, em diversas cidades do Brasil e do Exterior, falando a respeito do tema GLBT.
    8º - Atualmente trabalho em consultorias em políticas públicas e orçamento público para ABGLT, onde articulo no Congresso Nacional a aprovação de leis em prol da comunidade GLBT e de orçamento para políticas GLBT. Além disso, participo de diversas articulações nacionais, como o Fórum de Entidades Nacionais de Direitos Humanos, e internacionais de Direitos Humanos, como a rede diálogo Sul-Sul de direitos humanos.
    9º - Gostaria de agradecer a todos que me elogiaram e inclusive aqueles os quais me criticaram de maneira respeitosa.
    10º - A parada não é de ninguém, mas sim de todas as pessoas que acreditam que possamos um dia viver um mundo melhor, onde haja mais respeito, solidariedade, harmonia e efetivação do bem estar social.


  30. Por Augusto Rossi:

    BSB é o centro politico de todo o nosso Brasil, em vez de separar grupos, pq não se unem e vão a luta fazer uma linda parada? Brigas politicas eu acompanhei em outros estados, mais como em BSB é ridiculo!!!


  31. Por André Felix:

    Nossa, Caio, que CUrriculão o seu…

    Mas, falando sério, quem conhece esse cara de perto sabe o quanto ele é arrogante, nariz empinado, dono da verdade, esnobe, metido a besta, invejoso, inseguro e por aí vai. Não vou entrar em detalhes mas não confio uma agulha nas mãos dele.
    Ícone? Tá bom…


  32. Por Andrea:

    Esse monte de besteirol escrito aí em cima só revela o que o “ativismo brasiliense” se tornou, uma guerra de vaidades e só… pq ser ativista e ter como meio de publicidade só a internet e os guetos brasilienses, que a maioria dos gays não freqüenta não resolve nada. Esse monte de balela aí… em que setores ao invés de se juntar se separam só vão levar a causa bem pra onde ela está mesmo… no fundo do poço de um barulho qualquer. A parada é só uma festa pra maioria das pessoas e nada mais… não tem nada de conscientização. Nunca teve… e do jeito que anda nunca terá.


  33. Por Andrea:

    e quanto à separação entre lésbicas e gays só mostra mais uma vez o quanto o movimento é separatista… o que é óbvio é que lésbicas, gays e trangêneros têm, claramente, necessidades distintas. Entretanto, isso não impede que possam se juntar e lutar por seus direitos. Isso aqui tá pior do que a comunidade “eu tenho medo do Carlinhos Beauty”. Fala sério vocês.
    E quanto à pouca freqüência de pessoas, não concordo que voltar ela lá pro eixão vai facilitar…vai ficar é pior… pq na esplanada o povo todo desce na rodoviária e fica mais fácil chegar na esplanada, quem vai de carro tem mais lugar pra estacionar. O problema é que não tem divulgação e pronto, por acaso acham que os gays estão todos em bares gays? Ou usando internet…tá todo mundo por aí, trabalhando, estudando, assistindo tv, ouvindo rádio inclusive…divulgação, divulgação, divulgação… é igual propaganda política… que espalhem planfetos nas cidades…e terão resultados


  34. Por Fábio:

    Tudo o que foi dito sobre o monopólio da Parada e seu “organizador” é de conhecimento público, só não vê quem tem uma cangalho sobre os olhos. Mas o que me interessa é saber o que mais aconteceu de útil nesse seminário, não teve um segundo dia?


  35. Por Rafael:

    Se o tema da palestra era “conquistas e desafios na construção dos direitos de LGBT”, o que foi discutido sobre isso? E que avaliação foi feita sobre os resultados da parada? De fato o número de pessoas caiu, mas não ficou clara a análise disso.


  36. Por Linda Gatinha:

    Welton é presidente perpétuo do Estruturação? Por mais importante que seja a atuação do grupo, vejo que a figura do Welton já desgasta a entidade, usando ela como anteparo para sua própria imagem, e parece ainda que os integrantes do grupo não assumem o ativismo, sendo coniventes com essa situação cômoda de apoiadores.


  37. Por Flavio:

    É claro linda, vc não percebeu que o “ativismo?” de Brasilia é feito por gatos pingados. São todos conivente com o senhor Welton porque não querem largar o osso, ou a esmola que pinga no bolso as vezes. Tem até gente que se notabilizou como: NEGRO, GAY E POBRE! É realmente muita pobreza de espirito e convicção de incompetência.
    Quanto a este pretenso ativismo, quero distancia, é um meio que não colabora e um povo que só quer palco.


  38. Por Nervosa:

    aiiii vou pro dark room da boate que ganho mais do que ficar vendo estrelinhas militantes palpitarem sobre aquilo que eles não fazem, não que tenham obrigação de fazerem, mas já que se ocuparam com isso que façam direito… to looooooooookkkkkkkkkaaaaaaaaaaaa


  39. Por Christiano:

    Welton ativista?

    Reproduzo abaixo a última frase daquele senhor, em resposta a um militante que questionava a falta de trabalho com a base do movimento:

    “Se você é ativista, atue você na base”!

    As palavras falam por si só…


  40. Por Rafaela:

    Diagnóstico objetivo do “organizador” da parada (me recuso a escrever o nome do dito cujo para ele não ficar feliz com a divulgação gratuita) sobre se a parada avançou e porque não cresce em Brasília, ou melhor, passou de 4a maior do país para 15a:

    “Ah, gente, a parada é linda, beijo na boca é político… o importante não é 3 milhões, não é número”!

    As palavras falam por si mesmas…


  41. Por Estrelas Ativistas sem mídia:

    Os movimentos sociais homossexuais de brasília também são muito ingênuos, pelegos! Se sabemm que a parada é manipulada pelo Estruturação e o orçamento do governo é direcionado aos diretores da ong, por que ainda apoiam?!!! Denunciem, pôxa! Bota artigo em jornal! Defende uma parada livre!!! Senão, não tem érika kokay que deixe de apoiar essa farsa! VOCÊS SÃO MILITANTES OU NÃO?!


  42. Por Sandro:

    O título do texto não correponde ao conteúdo da material. Em nenhum momento na matérial vi menção a exaltação de ânimos. O que aconteceu? Em que momento se exaltaram? As afirmações divergentes apresentadas no têxto ão cotêm nada que indique a “exaltação de ânimos”. Por favor, estejam mais atentos a correpondÊncia entre título e texto. Não utilizem dos mesmos chavões da imprensa para vender reportagem, sem que o coteúdo da reportagem não trate do que está no título


  43. Por Hugo Siqueira:

    Talvez o maior desafio seja unir a militância…
    É difícil filtrar nos comentários acima o que é crítica construtiva.
    Quem sabe um novo seminário, uma vez que tem tanta gente interessada em ajudar na construção de uma nova Parada?
    Até lá, seria bom concentrar os esforços em não repetir nessa (no que ainda dá tempo) os erros das anteriores.
    Afinal não marchamos juntos pela mesma causa?


  44. Por Larissa Rosa:

    Bom… vamos aos fatos!!

    Em 2003 quase não houve parada ja que o instituto Atitude naõ havia prestado contas ao programa nacional de DST/AIDS, e alem de tudo isso o sr Caio Varela ainda teve a cara de pau de tentar organizar uma segunda parada pra competir…

    em 2005 haviam Coturno e Estruturação onde muito se falou e gritou por fim as brigas políticas se mantiveram e o Estruturação impôs novas regras o que levou a saida da coturno na parada.

    Em 2006 a associação negou voz as lésbicas que pediam um microfone no trio delas, que alias virou trio das mulheres contemplando assim as trans.

    2007 vemos que essa novela está longe de acabar!! Ja que em um seminario onde grupos deveriam se unir para trabalharem juntos fica esse quebra quebra.

    Não querendo ser desonesta tambem acho que falta interesse das outras organizações. Já que só tentam aparecer durante a parada e o resto do ano como fica? e a população alvo como fica???

    Bom acho que vale a reflexão, ja que o grupo que está a frente da parada se envolve cada dia mais em escandalos, chegando ao cúmulo de receberem acusções de desvio de dinheiro público!

    Nós LGBTs temos que assirtir essa novela criado por esses que dizem lutar pelos nosso direitos???


  45. Por Ricardo Diniz:

    É impressionante a imaturidade e incipiência em que ainda se encontra o movimento GLBT no Distrito Federal. Foi perdida a oportunidade preciosa e rara de discussão para a troca, ao invés disso, ficaram trocando farpas no que diz respeito a questões que pareciam pessoais e mal resolvidas em relação a fatos passados, e no segundo dia do seminário, quando realmente foram tratadas questões cruciais, nenhuma dessas pessoas estava presente. É lamentável.


  46. Por Pimpão:

    Está em vias de aprovação no Senado Federal o PL nº 122/2006, que versa sobre a criminalização da discriminação por orientação sexual. Houveram duas audiências públicas e nem o sr. Welton Trindade, nem seus fiéis seguidores estiveram presentes. Resumo e reitero as indagações feitas até agora: O que esse sr. tem feito de concreto pela comunidade GLBT???


  47. Por Rutinéia do Varjão:

    Ô gente, o Welton só aparece na hora das festas! Quando o assunto é sério, ele tem o roteiro blábláblá paz e amor, viva as bombadas! Vocês já viram os músculos dos bracinhos da querida “organizadora”? Pra ele bicha pobre não existe…


  48. Por Marcos:

    Baixariaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!!
    Que vergonha!!!!!!!!!
    Tantos outros meios de lavar a roupa suja… mas acham melhor brigarem em público como cachorros. Um dia ainda teremos pessoas civilizadas à frente dessa grande militância, em vez de ficarem brigando por poder!!!
    Beijos


  49. Por Nervosa:

    Baixos são os preços das casas bahia, esse povo é baixissssssiiiiiiiiiiimoooooooooo


  50. Por caiovarela:

    Gostaria de avisar que a falsa afirmacao de que o Instituto Atitude e eu, no papel de presidente, apresentamos a prestacao de contas e que a mesma teve resultado aprovado. Sendo assim, solicito que a pessoa que se denomina Larissa se retrate. Posso inclusive entrar com processo de calunia e difamacao, e sei que ganharei facilmente.
    Fala da boca pra fora, sem ter provas é coisa pra quem nao tem o que fazer ou está a mando de manipuladores.


  51. Por Adson:

    E no tabuleiro das vaidades quem se prejudica são os peões…
    União minha gente!!! Parem de alimentar os egos e trocarem caprichos que o mundo será mais feliz! A base agradece!


  52. Por Larissa Rosa:

    Desculpe senhor Caio Varela… o Atitude foi fechado por naõ ter prestado contas do disque denuncia homossexual. Não foi isso?


  53. Por André Felix:

    Que eu saiba foi isso sim, Larissa. Além disso, falou-se na época que o Caio ainda viajou para a europa com o dinheiro.


  54. Por Larissa Rosa:

    Olá André!!
    O Problema é algo generalizado!!! Quando se fala de desvio de verbas para viagens vemos que é um dos objetivos da militancia de Brasilia!! Só de o Welton do Estruturação desembolsou 7 mil do centro de referencia LGBT pra ir ver a Madonna!!! Sem contar que sempre brigam para participar de eventos onde a atração principal sempre fica sendo a praia.
    Bons exemplos de forças e lideranças temos aqui!!!


  55. Por Marcio Claesen:

    Minha cara Larissa,

    Aconselho vc a pensar no que fala, pois vou pedir ao Welton que te processe. Vc sabe o quanto ele trabalha pra fechar os dois jornais no qual ele trabalha? Vc sabe o ótimo salário que ele recebe lá? Vc sabe que ele tira dinheiro do própio bolso para o Estruturação todos os meses? Não, não é? Portanto, fique de boca fechada em vez de fazer acusações levianas a uma pessoa que dá o sangue por essa militância na sua cidade. Se você ousar repetir isso, aciono meus advogados aqui em São Paulo. Um grande amigo já ganhou uma causa contra o Shopping Frei Caneca, contra você será muito mais fácil. Vá trabalhar e pare de invejar quem pode viajar à Europa toda ano. Trabalhe, minha filha. Trabalhe. E fale menos.


  56. Por Flavio:

    Flavio
    Senhor André Felix, por acaso vc é o André lá do suburbio do Gama, o andré a qual vive de esmolas de grupos gays? Se for, se olhe no espelho porque nem militante vc é, não passa de um esmolento que puxa saco de quem garante uns trocadinhos no seu bolso de projetinhos que em nada colabora conosco aqui do DF vc só reafirma a tal militancia de Brasilia que só ilitam mesmo é em causa própria.
    Vem aqui em Sobradinho coitadinha que vc vai ver o que é ser militante sem precisar de esmolas e de midia. Mas na verdade é só isso que vc quer né? A esmola!!!!!
    Aff


  57. Por André Felix:

    Flávio,

    Não sou o André do “subúrbio”, como você diz, do Gama e não sou militante de nada por opção. Conheço algumas pessoas que fazem ou apóiam trabalhos voltados aos GLBTs e, indiretamente, os apóio também.
    Você, como militante gay de Sobradinho, deveria se unir aos outros grupos e ampliar projetos e trabalhos, ao invés de criticar e reclamar que são coitadinhos. Não existem coitadinhos se a gente não quiser que existam.
    No mais, boa sorte para vocês, GLBTs de Sobradinho.


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