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:: post 120 - Mais de Brothers & Sisters

Por Celso Faria em 26.08.2008 : : 16h28

No último post falei do seriado Brothers & Sisters e no fim de semana acabei de assistir a segunda temporada. A minha opinião sobre o programa americano ficou ainda mais positiva. O texto inteligente e irônico – característico do humor americano – e as ótimas interpretações fazem do dele um dos melhores do ano.

 

A temporada prossegue na história do filho Kevin Walker que se apaixona pelo pastor, também homossexual. Lá pelas tantas, quando parecia ir tudo bem, o religioso decide ir para uma missão em algum lugar longínquo do globo terrestre.

 

Kevin, que sempre fora um rapaz um tanto complicado sentimentalmente, decide esperar pelo pastor. Segue fiel mesmo reencontrando o antigo affair que passa a morar na sua casa. Então, um novo amor se inicia e o que parecia mais uma recaída de caráter do integrante da família Walker, não é. Inicia-se uma história que se prolonga por toda a temporada e vai terminar com a união dos dois no último episódio.

 

Além do tom romântico e mesmo que possa ser criticado pela visão burguesa da relação homossexual, o romance se desenvolve com muita sensibilidade e de forma pouco vista em algum outro programa de tevê.

 

“Aprendemos cada coisa com nossos filhos”, diz Nora Walker – Sally Field - , logo após o casamento, para seu irmão, Saul, que acaba de “sair do armário”. A história brother Saul também é interessante e traz alguns bons momentos, apesar de não ser um dos principais personagens da trama. Mas revela como as pessoas se anulam para cumprir as expectativas de suas famílias e por desconhecer a sua própria sexualidade. Opa, olha Freud aí!

 

Quem curtiu o elétrico Queers as Folks não espere encontrar o mesmo ritmo em Brothers. A história de Kevin, mesmo sendo secundária, recebe grande destaque, com direito, no último capítulo, a flores, família, troca de alianças, discursos e beijos.

 

Brothers & Sisters está mais preocupado em mostrar as diferenças e o cotidiano de uma grande família americana, que não deixa de ser, de forma alguma, um retrato das famílias brasileiras de classe média. Apresenta um olhar que vai além do esteriótipo sexo-dinheiro-grifes-promiscuidade do mundo simplista apresentado, normalmente, nos personagens gays. E, reconheço, que me incomoda um pouco o perfil apresentado em Queers as Folks

 

Já disse no post anterior que vale a pena assistir. Na tevê ainda passa alguns capítulos e na internet pode ser baixado facilmente. Não deixe de ver.

 

Agora estou aguardando para assistir a próxima temporada e saber como vai se desenrolar a história desses personagens no seriado que tem como slogan: quem você mais ama pode ser quem você menos conhece.

 

 

 

:: post 119 - O universo gay em Brothers & Sisters

Por Celso Faria em 18.08.2008 : : 14h38

Este fim de semana assisti de uma ponta a outra a segunda temporada da série Brothers & Sisters, da Universal. Não, fique calmo!, você não perdeu nenhuma maratona do programa. Simplesmente consegui de um amigo os cd´s e fui me divertir.

Para quem está desprevenido e não conhece a série, trata-se de uma das séries mais prestigiada no momento. Conta no elenco com a formidável Sally Field e nossa eterna Ally McBeal, Calista Flockhart. Outras estrelas aparecem no programa e é uma festa pra quem gosta de um bom texto e boas interpretações.

Brothers & Sisters retrata a vida de uma família após a perda do pai. A linhagem é grande e a filharada apronta as suas, é como a casa da Maria do Carmo em Senhora do Destino. Lembra que era só ter uma reunião na casa da matriarca que rolava um barraco?

Na história encontramos duas histórias envolvendo o universo gay. Uma delas é a vida amorosa de um filho dessa família, Kevin Walker, interpretado por Matthew Rhys. Pra ser honesto, é bem interessante a problemática apresentada e a rotina homossexual do rapaz. Um advogado perfeccionista que vive num triângulo amoroso entre um pastor e um chef de cozinha.

Já a história de Saul Holden, intepretado por Ron Rifkin, é outro bom momento do seriado. Trata-se da dura tentativa de sair do armário após os 60 anos. Durante toda a vida Saul foi um cara responsável, teve alguns relacionamentos com mulheres, mas descobre que seu grande amor foi do sexo masculino.

Como dá para perceber, Brothers & Sisters é uma verdadeira história da família atual, suas dúvidas, grandes questões, novos formatos e descobertas. O grande achado do seriado é que sai daquela visão quase maniqueísta e simplista do seriado Queers as Folk, mesmo não sendo um seriado tipicamente gay.

Vale a pena assistir pela tevê, ou se alguém preferir, pode-se baixar pela internet os episódios. Boa diversão!

Na tevê: Canal Universal -

 

Quarta às 23h (Horário Alternativo: Quarta à 01h, Domingo às 20h e 06h)

:: post 118 - Filme de temática gay chega ao Brasil em Setembro

Por Celso Faria em 13.08.2008 : : 10h39

O aguardado filme “Save Me” chega, em setembro, no Brasil. Recém lançado em Nova York após passar pelo Festival de Sundance, em 2007, o filme conta a história de um jovem gay, Mark (Chad Allen - ah! o ator é assumidíssimo), que se envolve com drogas e muito sexo.

Para tentar se recuperar, Mark vai parar numa comunidade cristã, que prega a terapia da conversão. Ou seja, um treinamento religioso para que ele deixe de ser gay e se livre das “aflições homossexuais”. Porém, em vez do rapaz deixar a vida, se apaixona fortimente por um dos mentores da comunidade, o ex-gay Scott (Robert Gant, o bonitão do Queer As Folk).

No meu blog você pode ver o trailler: www.blogdocelsofaria.blogspot.com

:: post 117 - Agende-se

Por Celso Faria em 12.08.2008 : : 15h36

Agende-se

Pra quem curte um programinha cultural, nesta quarta-feira tem um que vale a pena. No CCBB acontece mais uma edição do Psicanálise & Literatura.

O programa é voltado à discussão da teoria psicanalítica, que mudou a forma do homem enxergar a si mesmo e o mundo, e da literatura universal, representada por alguns dos maiores autores de todos os tempos: Sófocles, James Joyce, Hilda Hilst, Edgard Allan Poe e Machado de Assis.

O tema deste mês é como a Teoria Freudiana vê o feminino? Como a sexualidade feminina se expressa na obra de algumas de nossas autoras, em especial na prosa poética e irreverente de Hilda Hilst?

Para debater esses tema, a psicanalista Daniela Chatelard e a escritora Mariana Colasanti se encontram no CCBB para o terceiro debate da série, com mediação do querido amigo, escritor e jornalista Sérgio Maggio.

:: post 116 - A orientação sexual é um mito

Por Celso Faria em 25.07.2008 : : 0h34

Chega às livrarias, no próximo mês, um livro que promete criar polêmica. Trata-se do “Homossexualidade Masculina: Escolha ou Destino? - A atração pelo mesmo sexo e as abordagens terapêuticas para mudança da orientação sexual”, de Claudemiro Soares.

Conheci Claudemiro por aqui no Parou Tudo (aliás, fiquei sabendo do nome verdadeiro do autor ao divulgar sobre o livro, ontem). Leitor assíduo do blog, começou a discutir sobre questões relativas ao site e sempre foi taxativo em sua tese: a orientação sexual pode ser mudada.

O autor promete mostrar alguns tratamentos, fatos e estudos científicos realizados no Brasil e nos EUA em que dezenas de pessoas mudaram a sua orientação. “Orientação sexual é um mito”, arrematou Claudomiro em mais um papo pelo Messenger, me convidando para adquirir o livro no próximo mês.

“Veja, IstoÉ, Época… todas noticiam esses fatos, mas, como são ´politicamente incorretos´, passam batidos”, completa meu amigo internauta-autor.

O livro não tratará dos tratamentos, propriamente dito, baseados no trabalho de Albert Ellis, que constatou que a homossexualidade é o resultado de crenças irracionais e idéias pseudocientíficas. “Ele mostra ao indivíduo a incoerência dessas crenças e idéias e como o próprio sujeito percebe que se enganou, desde pequeno”, conta o autor.

O autor ainda me contou que Terapias de Vidas Passadas também têm sido um sucesso para eliminar a atração pelo mesmo sexo.

Então, moçada, o negócio é esperar. Anote ai o nome e leiamos! E eu que já li até Paulo Coelho ou Danielle Steel porque não lerei o livro do meu amigo internauta? 

:: post 115 - Façam as suas apostas: quem fará a nova novela das seis?

Por Celso Faria em 05.07.2008 : : 10h13

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Grazi Massafera, Juliana Barone e Guilhermina Guinle disputam o papel de protagonista na próxima novela das seis, “Negócios da China”. Há menos de um mês do início das gravações, a dúvida paira pela cabeça dos diretores e autores da novela.

E prepare-se, ”Negócio da Chinaterá um núcleo de lutadores de kung fu para ganhar o público jovem com a arte marcial que ficou célebre nos filmes Bruce Lee. Também esperam que a novela alavanque o horário das seis, pois a chata “Ciranda de Pedra” tem tido menor audiência do que “Malhação”.

Veja mais no meu blog: www.blogdocelsofaria.blogspot.com

:: post 115 - “Love.” ou “Love…”?

Por Celso Faria em 15.06.2008 : : 22h24

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Uma das boas surpresas do cinema é o badalado e esperado “Sex and the city”. Saído do seriado de tevê produzido pela HBO até 2004, o filme vai além das grifes e o glamour da moda de Nova York.

Para quem acompanhou a história na tevê é uma boa oportunidade para reviver o bom humor e o texto inteligente do diretor e roteirista Michael Patrick King. Além de toda a parafernália de compras, sapatos e modelitos maravilhosos de Carrie (Sarah Jessica Parker), Miranda (Cynthia Nixon), Charlotte (Kristin Davis) e Samantha (Kim Cattrall), uma novidade: as personagens envelheceram. E um tema, o que é o amor?

Quando Carrie escreve na tela do seu computador “Love.”, e depois, “Love…”, se tem a certeza de que trata-se de uma boa história e que vai além de um romance água-com-açúcar. Daí encontramos boas questões: quando devemos perdoar nosso parceiro ou o que fazemos para manter uma relação ou será que vale trair?

O filme acerta em cheio o público maduro, ou seja, todos nós que acompanhamos o seriado aos vinte poucos (ou tantos) anos e chegamos ao filme, bem perto dos quarenta, como Carrie. As questões do casamento e amorosa dela, e de todas as outras personagens, são as nossas de cada dia. E quando Samantha, linda como sempre!, comemora cinqüenta anos, é a  redenção.

Vale a pena assistir! É realmente uma surpresa e uma crônica perfeita sobre as várias facetas do amor e seus personagens. Como nossa busca pela história perfeita, momento certo e a completude de cada dia ” sem esquecer o desejo de ser feliz profissionalmente, com os amigos, ter a roupa e o sapato perfeito, etc etc ” pode nos pregar algumas surpresas.

Com a história agradável fica extremamente palatável o desfile das marcas e modelitos na tela. Sem dúvida, quem gostou do seriado, vai se divertir. Tem gente que não gostou e a crítica especializada não tem sido das melhores. Mas deixe pra lá, vê aí o próximo horário e assista.

..:: Veja o trailler do filme no meu blog: www.blogdocelsofaria.blogspot.com

:: post 114 - Não sou feliz, mas tenho marido…

Por Celso Faria em 28.04.2008 : : 1h30

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Zezé Polessa passou o final de semana em Brasília e apresentou o seu grande sucesso “Não sou feliz, mas tenho marido”. O espetáculo é sucesso por onde passa e mostra uma visão bem-humorada do casamento, com a direção de Victor Garcia Peralta. É adaptação  do livro de crônicas homônimo da jornalista argentina Viviana Gómez Thorpe.

Nos primeiros minutos do monólogo já é possível saber o motivo de tanto sucesso. A  personagem, Viviane, casada há vinte sete anos, vai contando sobre as dificuldades e problemas de manter o casamento. E lá no palco é contado tudo, desde a obra da casa de praia a uma ida ao motel, para aquecer o casamento.

Ouvi uma certa vez que a peça de Zezé fica perfeita quando assistida depois do monólogo “Homens são de Marte… E é pra lá que eu vou”, com Mônica Martelli. Nessa a moça quer casar e conta suas aventuras chegar ao altar. É uma verdadeira saga, cheia de idas e vindas, muitas situações engraçadas e a terrível rotina de ser solteiro.

“Não sou feliz, mas tenho marido” continua a história. É como avançar a novela após o último capítulo, depois do casal de mocinhos trocar alianças e o “viverem felizes para sempre”. Então, percebemos como é difícil ser casado e estar envolvido em nessa instituição.

Peguei alguns trechos para você ler e pensar também neste tal contrato: casamento.

- “Todo mundo é incompatível”.

- “Não foi um desses casamentos com sobreviventes que continuam juntos por interesses econômicos, por medo da solidão ou simplesmente por inércia. O que se tentou construir foi um casamento `criativo`. Duas pessoas totalmente incompatíveis (todo mundo é incompatível) procurando tirar das entranhas isso de aprender a ceder partes de si mesmos em função de um projeto comum. E muitas vezes chegou-se à beira da destruição, para voltar a construir tudo novamente”.

- “O homem é infiel por esporte, enquanto a mulher é infiel quando está mal atendida, maltratada ou insatisfeita”.

- Se o meu marido realmente tivesse me amado, não teria se casado comigo”.

:: post 113 - Los Angeles e Todo mundo que vale a pena conhecer

Por Celso Faria em 24.03.2008 : : 22h30

los angels

Se você é daqueles que, além dos grandes atores, gosta de levar na bolsa, principalmente para uma viagem de férias ou fim de semana prolongado, um livro bem humorado, vamos a duas dicas.

Está nas livrarias o segundo livro de Lauren Weisberger, “Todo mundo que vale a pena conhecer”. Não sabem quem é? Pois ai vai uma dica: trata-se da escritora do livro “O diabo veste Prada”. Pronto! Agora a personagem principal, Bette Robinson,  sai de uma vida metódica no banco UBS e vai trabalhar numa das mais badaladas agências de RP e Eventos em Nova York. Prepare-se para se divertir e descobri um pouco do mundo dos famosos. Com direito a muito cartão de crédito Platinum, garrafas de champanhe e paparazzis.

Já “Los Angeles” com a insuperável Marian Keyes, autora de Melancia, Sushi, Férias! e Casório?!, é mais uma diversão da autora irlandesa. Apesar de muito criticada e estilo informal, a chegada de Maggie Walsh a cidade dos filmes americanos leva, de partida, a um belo bronzeado. Depois, prepare-se para uma viagem pelos meandros da vida dos artistas, roteristas e de quem vive, ou tenta viver, do cinema.

Se procura leitura leve, corra e divirta-se com essas duas sugestões. Perfeitas para quem adora e deseja conhecer mais do mundo sofisticado de Nova York e Los Angeles.

:: post 112 - A tevê brasileira

Por Celso Faria em 28.12.2007 : : 14h46

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Meninas de Mothern arrasaram na 2ª temporada

No último post conversamos sobre os seriados americanos. Quase bati o recorde de comentários, dois! Porém, ainda continua sendo a postagem que falava mal da Disel o campeão até hoje. Talvez eu precise mesmo voltar a falar mal das pessoas! Mas isso vai ficar pra outra hora.

O tema de hoje é o que valeu a pena ” e nem tanto - na tevê brasileira. Não sou daqueles que acredita que a nossa programação é sempre ruim e deixa a desejar. Aliás, diga se de passagem, temos progredido e as opções estão numa melhora crescente. Apesar de grande parte das boas opções continuem nas tevês fechadas e pagas.

As telenovelas são feitas de altos e baixos. Os pessimistas dizem que o formato está pra lá de esgotado. Mas isso não parece ser tão verdade. É claro que os níveis de audiência dos anos 80 e 90 não voltarão. Até porque a Rede Globo não navega mais sozinha neste tipo de programação.

O diretor de alguns sucessos, entre eles “Página da Vida”, Ricardo Waddington, diz que algumas novelas ainda alcançarão níveis acima de 50%, porém os índices atuais ainda são altos em relação a outras emissoras, ainda mais quando se consideram a porcentagem de tevês ligadas.

As novelas oscilam. Às vezes começam mal, mas acabam se salvando. Como foi o caso do sucesso de 2008, “Paraíso Tropical”. Gilberto Braga e Ricardo Linhares formaram um dupla afinada e conseguiram agradar. O casal Bebel e Olavo (Camila Pitanga e Wagner Moura) conquistou a todos e fez da novela uma boa pedida. É importante lembrar que o último capítulo foi um dos mais surpreendentes da atual teledramaturgia.

Enquanto isso, “Duas Caras” de Aguinaldo Silva resiste. Patinou, com direito ao novelista querer sair fora, mas tudo se acalmou. O que salva em qualquer obra da Globo é a capacidade técnica e humana. O que nem sempre é possível de encontrar em outras emissoras.

As novelas da Record continuam crescendo nos números, mas perdendo no quesito técnica. A luz errada, diálogos mal feitos e uma direção questionável, “Caminhos do Coração”, por exemplo, foi uma promessa esperada, mas é uma mala sem alça e dono. Tem gente que gosta de ver aquele menino rosnando para todos. Mas o casal central da história não está convencendo. E olha que os atores, diretores e escritores são ótimos.

E se você não tem preconceito, dê uma olhada na novela “Dance dance dance” da Bandeirantes e na divertida “Desejo Proibido”, na Globo, 18h.

Se me permitem, dois programas nacionais merecem nosso elogio aqui. O surpreendente “Cilada”, do filho do Chico Anísio, Bruno Mazzeo, arrasa na comédia e nas situações. A identificação de quem assiste é imediata e torna o programa imperdível.

“Mothern” veio na segunda temporada melhor ainda. É uma das boas produções nacionais e concorreu ao Emmy no ano que se acaba. Dizem por aí que já estão produzindo a terceira temporada da série. Vamos aguardar.

E pelo conjunto da obra vale um elogio a GNT, da Globosat. A programação é diferenciada e, com certeza, é um dos melhores canais nacionais. Só pra se ter ideia é lá que estão Marília Gabriela, Astrid Fontenele com o bem sucedido “Happy Hour”, a caixinha de surpresa “Saia Justa”, “Irritando Fernanda Young”, “Manhattam Connection” e o divertido “Mulheres Possíveis” com Ingrid Guimarães. E tem muito mais!

Bem, vamos parar de falar em televisão enquanto todo mundo só pensa em praia e verão. Por isso, um bom feliz ano novo e bons programas em 2008.

Cotidiano

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