Atendendo a pedidos: mais fotos deles
Por Thiago Malva em 19.12.2007 : : 20h08Segundo André Fischer, Silvetty “encontrou uma verdadeira Nações Unidas de lindos representantes” no Show do Gongo de Brasília. Veja um a um…

o chileno

o italiano

o francês

o chinês

o peruano
Que tal votar no seu favorito?
Os vencedores do Gongo são…
Por Thiago Malva em 19.12.2007 : : 19h59Dos 22 filmes inscritos, sete receberam votação do júri (ou seja, não foram gongados). E os três mais votados foram:

1º lugar: A Descoberta de Luke, dirigido por Alan Rodrigues
MAS o filme foi inscrito pela própria organização do evento.
O Alan, de São Paulo, não estava na cidade. Suzy Capó foi quem
recebeu o ‘Coelho de Prata’ e o prêmio de R$ 15 (quinze reais,
só isso mesmo). Curiosamente o mesmo vídeo foi exibido em
São Paulo e a platéia gongou antes do final.
Aqui recebeu nota máxima, 15 pontos.

2º lugar: Trepa de Elite, dirigida por Kiko César
O segundo colocado também não era de Brasília. Kiko é o diretor
de ‘Drag a Gozar’ vencedor da edição carioca. Pelo menos a
produção era nova (e inédita) e ele veio até aqui.
FOTO
3º lugar: Gloria, de Thales Sabino
Ainda no pódio, o vídeo-teaser da festa Gloria produzida pelo ParouTudo.
Veja quem estava no palco do Show do Gongo
Por Thiago Malva em 19.12.2007 : : 19h48

André Fischer, diretor do festival; e Silvetty Montilla, a apresentadora

Eliane Carneiro, a Garçonete do júri; Black Maluca, hostess da Blue

Hugo Rodas, diretor de cinema; e atriz Carmem Moretson
Espectadores comentam festival
Por Rafael Reche em 19.12.2007 : : 19h30Na última segunda-feira (17), o ParouTudo conversou com duas pessoas no MixBrasil para saber como anda o festival este ano. Leonardo Brant e Rosana Maria opinaram sobre assuntos diferentes, mas ambos concordaram quanto a importância do festival em Brasília.
Leonardo fez uma crítica ao Banco do Brasil, por não ter patrocinado o evento neste ano, mesmo assim, elogiou a Caixa Cultural pela estrutura oferecida. Para ele, o festival aborda assuntos de que são de grande importância e necessidade para a sociedade atual, e isso pode melhorar a forma com que as pessoas lidam com a própria sexualidade. “A sociedade, hétero, bi, e homossexual, carece de informações sobre sexualidade. Ando no meio gay há mais de 20 anos, e o principal problema que vejo é a falta de auto-estima”, afirma Leonardo, e completa: “O festival oferece muita informação. Acho que quanto mais informação sobre o assunto, mais fácil lidar com isso [o problema da auto-estima].” 
Rosana foi pela primeira vez ao Show do Gongo, e embora tenha gostado dos filmes, acha que o espaço não foi tão bem utilizado. “Como é a primeira vez que venho, não posso falar do festival em si, mas neste show, achei faltou um pouco de conteúdo dos vídeos. Tem muito oba, oba, é engraçado, e tudo mais. Se a proposta for essa, ótimo. Se não, deixou a calhar no aproveitamento do espaço que se tem”, afirma.
Estrangeiros roubam a cena no Show do Gongo
Por Thiago Malva em 18.12.2007 : : 13h54
Silvetty Montilla arrasou como mestre de cerimônia da primeira edição do Show do Gongo em Brasília. Mas quem roubou a cena foram os cinco estrangeiros que estavam na platéia. Um chileno, francês, italiano, chinês e peruano (respectivamente na foto). A drag-queen claro explorou diversas piadas com a situação.


Programação de segunda-feira (17)
Por Thiago Malva em 17.12.2007 : : 12h43No Teatro da Caixa, entrada R$ 10 ou R$ 5 (meia)
: : 17h - 2 em 1, de Saskia Heyden (60’), Alemanha, 2007;
abre o curta: 1 em 2000, de Ajae Clearway (27’), EUA, 2006. 16 anos.
Num raro exemplo de íntima colaboração entre documentarista e objeto focado, a cineasta Saskya Hayden conviveu intimamente por um ano com a drag king francesa Océan LeRoy, uma celebridade na vida noturna de Berlim. Tão dividida quanto a louca cidade berlinense já foi, Océan de dia é uma exemplar e esperta executiva e, à noite, transforma-se em homem performático. Seus números nos palcos são conhecidos pela rápida transformação de mulher para homem. Buscando a verdadeira pessoa por trás dessa fascinante figura, Hayden descobre um personagem absurdamente contemporâneo, de forte personalidade, que extrapola os limites de gênero e ainda sabe jogar no sistema. É um universo privado único, emocionante e ambíguo, franco e misterioso.

: : 19h - Ai No Kusabi, de Akira Nishimori e Katsuhito
Akiyama (109’), Japão, 1992/1994. 16 anos.
É um anime yaoi (gay) em duas partes, inspirado num romance de Rieko Yoshihara. Ai no Kusabi apresenta a cidade de Tanagra, que é governada por um computador gigantesco, Júpiter. Em sua periferia/satélite, chamada Midas, há uma notória zona de entretenimento 24 horas. Líder da gangue adolescente de rua de Keres, a maior favela de Midas, Riki é escolhido pelo mestre Earson, da elite dominante, como objeto sexual. O que começa como uma relação bem definida de poder transforma-se em paixão. Depois de três anos de relação, Earson corre um grande risco e permite que Riki volte a Keres, onde ele reencontra Guy, o homem que cresceu como seu parceiro. Furioso e ciumento ao descobrir que o “seu Riki” é objeto de desejo de Earson, Guy planeja recuperá-lo para si. Com muito humor e sensualidade, esse desenho marca o que de mais expressivo a animação yaoi oferece, com cenas de sexo que, por questões culturais, não mostram a genitália.

: : 21h – Show do Gongo
Festa underground comemora festival
Por Thiago Malva em 17.12.2007 : : 12h34
André Fischer, veio de São Paulo e tocou loucurinhas que o clube Vegas
costuma ouvir. As irmãs Telma & Selma deram continuidade à loucura
Espectador comenta sobre o festival
Por Rafael Reche em 16.12.2007 : : 21h30
Kenny Ferreli, 20 anos, assessor jurídico, foi pela primeira vez ao Mix Brasil no sábado (15). Em relação ao filme brasiliense ‘A Segunda Chance’, que fala sobre a dificuldade das transexuais, já operadas, para mudar de nome legalmente. Ele acha que falta uma legislação específica para os (as) trans no Brasil. A primeira impressão do festival, segundo ele, não foi das melhores.
“Acho que há melhores formas de mostrar a realidade LGBT. Estamos acostumados a ver - e mostrar também - a parte que choca, os problemas, apelos sexuais, etc. É muito mais chamativo mostrar um filme sobre os problemas das travestis. Não que não seja importante, mas não vejo filmes gays de duas pessoas normais, tendo um romance e uma vida normal”, afirma ele.
Ele ainda não havia ido ver o Festival, mas já tinha ouvido falar bastante. Desta vez, veio assistir por causa de alguns amigos que também vieram. As opiniões sobre os filmes divergem, e é por isso mesmo que são ditos filmes polêmicos.
Hoje reprisa a mostra competitiva de documentários
Por Rafael Reche em 16.12.2007 : : 16h00
Silvana
Para quem não pôde assistir na sexta-feira (14) a segunda parte da Mostra Competitiva (Documentário), tem outra oportunidade hoje à noite, às 19h15, também no Espaço Cultural Renato Russo. Dentre os cinco curtas, o júri paulista concedeu o troféu ‘Coelho de Prata’ à Carolina Markowicz e Joana Galvão, diretoras do ‘69 – Praça da Luz ‘. O curta ‘69′ (fotos) conta a história da vida de cinco mulheres de terceira idade que foram prostitutas e que trabalharam na mesma praça. Contando vários episódios das vidas dessas prostitutas, o filme aborda a sexualidade na terceira idade, e os comentários delas arrancaram gargalhadas do público. Clique aqui para saber sobre os demais.

Claudete Ana Zilda

Emília Geisa
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